Fellipe vê Corinthians com pouca criação no ataque, mas fala em ‘consertar a cozinha’

Fellipe Bastos concedeu entrevista coletiva nesta quinta-feira

Embora o Corinthians esteja em fim de pré-temporada, a vitória por 1 a 0 sobre o Ferroviária trouxe lições para os atletas até mesmo recém-chegados

Em entrevista coletiva nesta tarde de quinta-feira, no CT Joaquim Grava, o volante Fellipe Bastos, titular no amistoso, admitiu que o setor de criação da equipe está devendo. No entanto, o fato de o time ter sofrido apenas um gol nas três partidas que fez em 2017 é um aspecto a ser comemorado.

“A gente sabe que temos que melhorar algumas coisas, mas como o Carille tem conversado, a gente primeiro conserta a cozinha, conserta ali atrás pra que a gente possa passar um pouco pra frente, conseguir criar jogadas de gol. Ontem (quarta) criamos, mas precisamos criar mais, criar mais oportunidades pro Jô. Sabemos que temos que acertar algumas coisas no treinamento pra fazer gols”, disse Fellipe Bastos.

Com gol de Marquinhos Gabriel nos acréscimos, o Timão derrotou a Ferroviária na Arena Corinthians naquele que foi o último teste do clube antes da estreia no Campeonato Paulista. Ciente do 2016 turbulento atravessado pelo Corinthians, Fellipe é sincero e revela que ainda há muito a ser feito.

“Não tava bagunçada, mas a gente tem que pensar no ano passado, os gols que tomamos e não voltar a repetir, derrotas que tivemos, empates que tivemos em minutos finais que custaram a vaga à Libertadores. O Carille tem conversado bastante isso com a gente. Se a gente não sofrer gol, uma oportunidade a gente vai ter lá na frente. É isso que estamos trabalhando nos treinamentos. Se não sofrermos gols, com certeza vamos ganhar os jogos”, sintetizou o volante.

Contratado há cerca de duas semanas, Bastos fez seu segundo jogo pelo Corinthians diante da Ferroviária. Apesar do pouco tempo de clube, já desbancou o agora reserva Camacho e deve receber nova chance contra o São Bento, sábado, em Sorocaba. Questionado se seu estilo de jogo teria semelhanças com o de Renato Augusto, ex-camisa 8 do Timão, evitou comparações.

“Comparação é sempre difícil, sempre complicado, ainda mais com o Renato, que tem uma história bonita aqui. Admiro muito o Renato, sei do que ele é capaz, mas tenho minha história, minha característica, um pouco mais de marcação. Renato é mais de chegada. Jogando na linha de quatro, ajudando na marcação, chegando perto do Jô. Acho que no jogo de ontem a gente conseguiu isso, até porque o treinamento tem sido um pouco pesado. Não conhecer também o gramado me dificultou um pouquinho, mas nada que a gente não possa com treinamentos e conversa a gente acertar”, finalizou.

Fonte: Meu Timao

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